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EN SAN PABLO...FESTIVAL VIVA ITALIA ,LLENA EL MUSEO DE MIGRACIÓN.

Festival VIVA! Itália celebra cultura italiana e lota o Museu da Imigração
20 fevereiro, 2017

Cerca de 3.000 pessoas participaram da festa. Além das homenagens à Itália, evento permitiu pontes entre o passado e o presente das migrações

Por Rodrigo Borges Delfim
Festival VIVA! Itália celebra cultura italiana e lota o Museu da Imigração

Em meio à programação de Carnaval que já toma conta de São Paulo, o Museu da Imigração promoveu neste domingo (19) um evento que homenageia a cultura italiana, uma das mais presentes na formação da atual sociedade paulistana e paulista.

O Festival VIVA!, que estreou trazendo a Itália como tema, atraiu milhares de pessoas aos jardins e demais dependências do Museu, além do restaurante utilizado pelo Arsenal da Esperança – entidade que divide com o Museu o edifício da antiga Hospedaria do Brás. De acordo com a organização, pelo menos 3.000 pessoas participaram da festa, entre famílias inteiras, descendentes diretos ou indiretos de italianos e demais fãs da cultura do país. Cerca de 600 entradas tinham sido vendidas antecipadamente pela internet.
Bandeira italiana foi estendida no Museu da Imigração durante o VIVA! Itália.
Crédito: Rodrigo Borges Delfim/MigraMundo


O VIVA! Itália contou com uma série de atrações gastronômicas e culturais (dança e música) de diferentes regiões da Itália, como Vêneto, Nápoles, Sicília, Calábria e Abruzzo. Também era possível participar de rodas de conversa e sessões de cinema relacionadas à Itália, obter orientação sobre como buscar informações sobre antepassados que teriam passado pela antiga Hospedaria e encontrar atrações voltadas para crianças.

O tamanho do público surpreendeu alguns dos expositores. A Cannoleria Brasil, de Campinas (SP), por exemplo, trouxe 800 cannolis para a festa, que se esgotaram em menos de quatro horas. Para adquirir algumas das principais iguarias disponíveis, como pizzas, massas e sorvetes (e os próprios cannolis), era preciso certa dose de paciência para encarar o calor e longas filas. Mas a maioria do público parecia não se importar com esses fatores.

“Por ser uma primeira festa, acho que superou as expectativas. Acredito que se ela crescer, pode se tornar uma festa tradicional. É o tipo de evento do qual gostamos de participar”, afirmou Emilia Cairo, italiana que chegou ao Brasil com oito anos e é presidente do Circolo Sociale Calabrese di San Paolo. A entidade é responsável pelo grupo folclórico La Bella Italia, fundado em 1991 e que foi uma das atrações da festa.

Grupo Folclórico La Bella Italia foi uma das atrações do festival VIVA!Itália, que lotou o Museu da Imigração.
Crédito: José Luiz Altieri Campos/Arsenal da Esperança – fev. 2017


“Esse tipo de festa é de suma importância, porque você está mostrando o patrimônio do país a partir da dança, das comidas, do idioma, do cinema. Isso é mostrar esse patrimônio para as novas gerações, que precisam conhecê-lo”, completou Emília, que destacou as dificuldades que grupos folclóricos enfrentam para se manter pela ausência de patrocínios, por exemplo.

Estima-se que cerca de 32 milhões de descendentes de italianos residam atualmente no Brasil, sendo 13 milhões somente no Estado de São Paulo. Os ítalo-brasileiros são considerada a maior população de descendentes fora da Itália.

Sorvetes, massas, bebidas e cafés foram algumas das atrações gastronômicas da festa.
Crédito: Rodrigo Borges Delfim/MigraMundo

Buscando as origens



Entre os presentes ao VIVA! Itália estava a advogada carioca Valeska Rossi, que ficou sabendo do evento há duas semanas, quando veio pela primeira vez o Museu, aproveitando visita a familiares em São Paulo. “Era meu sonho vir aqui, passei a tarde toda aqui e aí me avisaram do festival e acompanhei a informações a partir do Facebook. Foi uma experiência bem forte e enriquecedora vir aqui e gostei muito do evento”.

Bisneta de italianos da região de Nápoles, ela também busca informações sobre como poderia obter a cidadania italiana, a partir de dados sobre a chegada de seus antepassados ao Brasil. “Meus bisavós se conheceram em um barco vindo para o Brasil, parecia história da novela Terra Nostra [exibida pela TV Globo entre 1999 e 2000, que parte da história de dois jovens italianos que se conheceram em um navio a caminho do Brasil e se apaixonaram]. Eles chegaram aqui, se casaram e tiveram 13 filhos, entre ele o meu avô”.

A dúvida de Valeska é algo comum entre as pessoas que procuram saber sobre a trajetória dos antepassados até o Brasil. O Museu conta com um serviço no qual os descendentes de italianos e de outras nacionalidades podem buscar informações sobre a origem de cada um – e que foi bem concorrido durante o VIVA! Itália.

“A maior demanda são as pesquisas sobre origem e família. A grande dúvida é sobre a origem do imigrante e a cidade onde ele nasceu, que é um dado que poucas pessoas possuem. Tem pessoas que só sabem o sobrenome, mas tem outras que sabem até o número do barco no qual ele veio e querem informações adicionais. A maioria são pessoas que estão buscando uma cidadania italiana ou portuguesa, principalmente”, conta Henrique Trindade Abreu, do Centro de Pesquisa, Preservação e Referência do Museu da Imigração, que atendeu cerca de 40 pessoas ao longo da festa – em geral são em torno de cem pesquisas presenciais por mês no Museu, fora os pedidos online e por telefone.

“As pessoas ficam muito felizes quando conseguem essas informações. Não é muito comum, mas hoje mesmo teve uma pessoa que chegou a chorar de emoção ao ver os registros”, completa Trindade.

Ponte para o presente e para o futuro

Quem participou do VIVA! Itália teve ainda oportunidade de conhecer o refeitório do Arsenal da Esperança, que serviu como restaurante durante a festa – mesma função que exerce durante a Festa do Imigrante, organizada anualmente em conjunto com o Museu da Imigração.

O Arsenal da Esperança é uma casa que acolhe 1.200 pessoas todas as noites, especialmente aquelas que estão em situação de rua. Cerca de 300 desses acolhidos pelo Arsenal são pessoas de outras nacionalidades que chegam ao Brasil em busca de uma nova vida, fazendo com que a antiga Hospedaria mantenha parte de seu uso original.


Refeitório do Arsenal da Esperança, usado diariamente por 1.200 pessoas (inclusive imigrantes) e que serviu de restaurante no VIVA! Itália.
Crédito: José Luiz Altieri Campos/Arsenal da Esperança


“É engraçado que muitas pessoas não sabem que o prédio ainda é usado para o que ele foi construído. Até mesmo pessoas que já frequentam o Museu ainda não conhecem esse espaço ou não sabem como ele é utilizado”, conta Everton Furlan, voluntário do Arsenal da Esperança há dez anos.

“Quando a pessoa vem ao Museu e passa para o Arsenal em eventos como esse, ela passa do passado para o presente. Nisso, muitas pessoas resolvem voltar aqui e até se tornam voluntárias do Arsenal, ajudando a construir histórias futuras”, destaca o voluntário.
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EN SAN PABLO...CARNAVAL ANDINO 2017 EN EL MEMORIAL EN SP.

Carnaval Andino 2017 no Memorial em São Paulo
Enviada em: 17/02/2017 02:30Hs

ANATA CARNAVAL ANDINO 2017

Carnaval Andino 2017 no Memorial em São Paulo

Pelo segundo ano consecutivo bolivianos em São Paulo festejam o Carnaval Andino no Memorial da América Latina.

Mais de 500 dançarinos no maior evento carnavalesco andino no Brasil.

9:00h - CORSO INFANTIL 
Crianças com as melhores fantasias serão premiadas 

10:00h – ENTRADA DAS FRATERNIDADES FOLCLORE DO CARNAVAL BOLIVIANO

GASTRONOMIA BOLIVIANA
Os visitantes poderão saborear iguarias da gastronomia boliviana. 

MÚSICA AO VIVO
Com bandas tradicionais.

Acompanhe o evento no facebook

facebook.com/events

 


Organizado por:

• ACFBB - Associação Cultural Folclorica Bolívia Brasil
• INFINITA - Rádio Infinita

Patrocínio:

• BoA - Boliviana de Aviasión
• MoneyGramm

Apoio:

• CDHIC - Centro de Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante

• Restaurante Illimani

• Restaurante Bolivia

Apoio Institucional:

• Memorial da América Latina
• Pastoral do Imigrante
• Secretária de Cultura do Estado de São Paulo.

Rol de entrada - Anata - Carnaval Andino 2017

 



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EN SAN PABLO...HIJA DE BOLIVIANOS GANA BOLSA DE ESTUDIOS y SUEÑA SER MEDICA.

Boliviana filha de costureiros ganha bolsa de estudo e sonha ser médica

Adolescente foi selecionada por instituto para bolsa em colégio particular. Após receber mais de10 mil inscrições, programa teve 250 candidatos aprovados.

Por G1
14/02/2017 17h08  Atualizado 14/02/2017 17h08
Tiago Queiroz/Divulgação Ismart (Foto: Ismart) Tiago Queiroz/Divulgação Ismart (Foto: Ismart)
Tiago Queiroz/Divulgação Ismart (Foto: Ismart)

A boliviana Ceciluz, de 15 anos, conquistou neste ano uma bolsa de estudos em uma disputa que envolveu 43 candidatos por vaga. Ser selecionada pelo Instituto Ismart para estudar no Colégio Marista Arquidiocesano, em São Paulo, é a nova etapa na trajetória de uma aluna que conta sempre tirado notas boas em sua terra natal e que busca no Brasil oportunidades para, no futuro, concretizar o sonho de ser médica.
Junto com os pais, que são costureiros, e do irmão, Ceciluz chegou ao Brasil em fevereiro de 2012. Na Vila Paulistânia, na Zona Leste, a garota conta que sofreu com a adaptação com o idioma e não se abateu diante das dificuldades que encontrou na Emef Cecília Meireles. "O ensino é bem diferente", afirma, comparando o Brasil com a Bolívia.
Assumidamente tímida a estudante diz que a relação com a nova escola pública não deixou traumas. "Foi uma adaptação meio que tranquila, tinha um pouco da discriminação, mas acho que com o tempo a gente foi se adaptando e ficaram mais amigos", diz.
Ceciluz conta que após superar as dificuldades do primeiro ano de adaptação, começou a pensar em cursos para ampliar sua formação. "Sabia que o que eu estava aprendendo não era suficente para onde eu queria chegar", conta.
Foi uma professora de matemática, uma de suas disciplinas preferidas, que indicou o processo seletivo do Ismart. Ceciluz chegou a ser aprovada na seleção anterior, mas não tinha idade ainda para ser beneficiada pela bolsa.
Agora, com a vaga garantida em um colégio particular, já se prepara para buscar o sonho de ser médica. A meta está definida: estudar fora do país, seguindo passos de outros bolsistas do instituto que conseguiram vagas em universidades estrangeiras. A vontade de cursar medicina e virar pediatra ela trouxe de suas experiências antes de vir para São Paulo. "Na Bolívia tinha muitas crianças pequenas que eu cuidava deles", lembra.

Em casa, atualmente ela se dedica exclusivamente aos estudos e apoia o irmão, que está no oitavo ano. Para os pais, a conquista foi celebrada como um grande passo. "Eles sempre me apoiam para continuar, para ser melhor do que eles são agora", comenta.
Sobre o Ismart
Criado em 1999, o Ismart (sigla para Instituto Social para Motivar, Apoiar e Reconhecer Talentos) é uma entidade privada, sem fins lucrativos, que identifica jovens talentos de baixa renda e lhes concede bolsas em escolas particulares de excelência e o acesso a programas de desenvolvimento e orientação profissional, do ensino fundamental à universidade.
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EN SAN PABLO...GAZETA DO PARI ,COLOCA UNA MATERIA RACISTA CONTRA IMIGRANTES.

Sociedade brasileira repudia racismo contra bolivianos nas redes sociais
Enviada em: 12/02/2017 13:34Hs

SOCIEDADE BRASILEIRA REPUDIA COMENTÁRIOS RACISTAS E XENÓFOBOS CONTRA BOLIVIANOS NAS REDES SOCIAIS.

Sociedade brasileira repudia racismo contra bolivianos nas redes sociais

O repúdio foi originado por comentários racistas e xenófobos que foram publicados na página do facebook da GAZETA DO PARÍ. 

Os Comentários contra imigrantes bolivianos foram publicados em (05/02) contra a origem indígena boliviana, responsabilidade da problemática econômica e laboral da região do Pari aos imigrantes.  

Tenha-se em conta que permitir este tipo de comentários, poderia ser abrir a porta de uma onda de campanhas xenófobas e racista contra imigrantes de todas as nacionalidades no Brasil e na Região. 

É de responsabilidade de todas as instituições de direitos humanos internacionais, brasileiras e de imigrantes bolivianas no Brasil unir suas vocês para combater este mal que pretende inundar o Brasil.


Post deletado

Administradores da página - facebook.com/gazetadopari – eliminaram o post EM (12/02) devido a grande quantidade de comentários de repúdio contra o post racista e xenófobo que despertou uma enorme onda de indignação nas redes sociais. - www.gazetadopari.com.br
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EN SAN PABLO...EL CARNAVAL DE LOS IMIGRANTES.

Carnaval dos Imigrantes embala público em São Paulo
6 fevereiro, 2017
Por Géssica Brandino – texto e fotos

Música, dança e sabores de diversos países da América Latina marcaram a primeira edição do Carnaval dos Imigrantes. Promovido pelo Centro de Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante (CDHIC) neste domingo (05/2), na Quadra do Sindicato dos Bancários, em São Paulo, o evento proporcionou um momento de intercâmbio cultural.

Carnaval dos Imigrantes embala público em São Paulo

Integrante da equipe de organização do evento, Vera Gers destaca que o intuito da iniciativa é abrir um espaço dentro do Carnaval para que os imigrantes possam se divertir e apresentar um pouco da própria cultura. “É uma oportunidade para ajudar a derrubar barreiras, num momento em que muros estão se erguendo contra imigrantes no mundo. Queremos mostrar que não precisa ser assim”.

Quem participou do evento pode saborear pratos típicos da Colômbia, Peru e México. Arepas, ceviche, empanadas, burritos e alfajores foram algumas das iguarias que deliciaram o público. Também era possível comprar brincos, colares, bolsas, lenços, roupas e artesanatos peruanos.

A programação cultural começou com a apresentação do grupo “Entre Latinos” e ao longo do dia, a quadra ganhou cores com os grupos de dança de diferentes países. O “Mi Viejo San Simón” levantou público com o Caporal, dança folclórica de La Paz, na Bolívia. Na sequência, dança cigana de “Concepcion y las Gitanas”, “Kantuta” e, para trazer um pouco do carnaval brasileiro, a “Bateria 22” e a “Escola de Sampa Em Cima da Hora Paulista”.

Dançarinos há quatro anos, Jane Mota e Manollo Hannishi apresentaram ao público a dança cigana de casal. Os artistas já participaram de eventos e elogiaram a iniciativa de promover uma ação com enfoque migratório para comemorar o mês do carnaval. “Tem que haver esse tipo de evento para expandir as culturas. Ouvindo a música, eu me sinto na Bolívia. Como professora de artes, gosto muito de trabalhar essas conexões”, destaca Jane.

Caporales dançam com o público durante o Carnaval dos Imigrantes. Crédito: Géssica Brandino/MigraMundo

Artesanato de países latino-americanos foi uma das atrações do Carnaval dos Imigrantes. Crédito: Géssica Brandino/MigraMundo


Mi Viejo San Simón dança com o público durante o Carnaval dos Imigrantes. Crédito: Géssica Brandino/MigraMundo

Comidas típicas de países latino-americanos estavam disponíveis no evento. Crédito: Géssica Brandino/MigraMundo


Comidas típicas de países latino-americanos estavam disponíveis no evento. Crédito: Géssica Brandino/MigraMundo

Comidas típicas de países latino-americanos estavam disponíveis no evento. Crédito: Géssica Brandino/MigraMundo


O casal Jane e Manollo. Crédito: Géssica Brandino/MigraMundo

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EN SAN PABLO... SE CELEBRA AÑO NUEVO CHINES.

Em SP e em Paris, Ano-Novo Chinês leva multidão às ruas; festividades continuam no domingo
2 fevereiro, 2017
Por Rodrigo Borges Delfim, de São Paulo
Colaboração de Denise Cogo e Sofia Zanforlin, de Paris

Cerca de 200 mil pessoas passaram pelo bairro da Liberdade, em São Paulo, durante o último final de semana (28 e 29/01) por conta do Ano-Novo Chinês – uma média de 5.000 pessoas por hora. A estimativa é da Associação 21 Tomates Fritos, entidade que reúne quatro ex-presidentes da JCI Brasil-China, idealizadora do evento.

Em SP e em Paris, Ano-Novo Chinês leva multidão às ruas; festividades continuam no domingo

Os chineses relacionam cada novo ano a um dos doze animais que teriam atendido ao chamado de Buda para uma reunião. Apenas doze se apresentaram, e Buda, em agradecimento, os transformou nos signos do Horóscopo Chinês. Neste ano celebrou-se a chegada do Ano do Galo, que de acordo com Astrologia chinesa, deve ser marcado por novas ideias, oportunidades e escolhas decisivas. No entanto, deve-se tomar cuidado com ações precipitadas.

O Ano-Novo Chinês celebrado em São Paulo é a maior festa do tipo no Brasil e uma das maiores fora da China, ajudando a divulgar a cultura chinesa.
Cerca de 200 mil pessoas participaram do Ano-Novo Chinês no bairro da Liberdade, em São Paulo.



“[A festa] É muito importante para difundir a cultura chinesa no Brasil, fazer essa interação entre as diferentes culturas e ter mais proximidade. E também para quebrar os “tabus” em relação à cultura chinesa, que é muito rica e milenar”, opina Kelly Lam, organizadora da festa do último final de semana.

Nas ruas da Liberdade era possível encontrar barracas e food trucks de comida chinesa e de outras comunidades presentes no bairro, além de diversas apresentações culturais e de artes marciais – tanto no palco principal, na Praça da Liberdade, como no meio do público.

Para quem perdeu o evento na Liberdade ou quer repetir a dose, há novas atividades previstas para este domingo (05), a partir das 10h, no Templo Zulai, em Cotia, na Grande São Paulo – veja mais informações ao final do texto. O local é uma das grandes referências à China e à cultura do país no Brasil.

De acordo com os organizadores da festa, são cerca de 300 mil chineses vivendo no Brasil, sendo 20 mil apenas na cidade de São Paulo.

“Conexão Paris”

A cidade de Paris foi outra na qual a comunidade chinesa celebrou a chegada do Ano do Galo, mais exatamente no bairro de Marais. Além dos conhecidos dragões chineses, era possível observar a relação entre a comunidade organizadora do evento e os comerciantes chineses locais.

Segundo dados dos organizadores, a associação franco-chinesa do Marrais, Pierre Ducerf, organiza uma lista de comércio cujos donos são chineses, e realizam um desfile pelas ruas do bairro em visita a estes estabelecimentos para desejar boa sorte para o ano que começa.

A celebração é marcada pela dança dos dragões – que são vestidos por jovens franceses de ascendência chinesa, em sua maioria – que e são recebidos pelos comerciantes com comidas que simbolizam fartura e boa sorte.  Alguns comerciantes montam uma mesa com incenso e alimentos para serem consumidos por quem passa. Além disso, os dragões que entraram nos estabelecimentos eram alimentados com folhas de alface.

Ano-Novo Chinês no Templo Zulai
Data e hora: 5 de fevereiro, a partir das 10h
Local: Templo Zulai – Estrada Fernando Nobre, 1.461 (acesso pelo km 28,5 da rodovia Raposo Tavares) – Cotia (SP)
Informações: (11) 3500-3600 e zulai@templozulai.org.br
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EN SAN PABLO... NUEVA EDICION DE "TAI" LLEVA IMIGRANTES y CULTURA EN BUEN RETIRO.

Nova edição do TAI leva imigrantes e cultura para a rua no Bom Retiro.
1 fevereiro, 2017

Nos dias 11 e 12 de fevereiro, a praça Coronel Fernando Prestes, no bairro paulistano do Bom Retiro, vai se tornar um Território Artístico Imigrante, ou simplesmente TAI.

Nova edição do TAI leva imigrantes e cultura para a rua no Bom Retiro; veja programação

O festival, que chega à terceira edição (as duas primeiras aconteceram em junho e em outubro de 2016), procura ser uma amostra de como os imigrantes seguem construindo a cidade de São Paulo. Expressões culturais de países como Angola, Bolívia, Cuba, Palestina, República Democrática do Congo, Colômbia, Argentina, Guiné-Conacri, Chile ou Uruguai, fazem parte da programação.

Para os coletivos envolvidos, a iniciativa é organizada em torno de uma ideia: trazer a cultura para a rua é em si uma reivindicação pelo direito imigrante a viver em paz e ver sua cidadania e cultura respeitadas.

A iniciativa é organizada pelo projeto Visto Permanente, um acervo digital de expressões artísticas imigrantes de São Paulo (www.vistopermanente.com), em conjunto com outros grupos e coletivos imigrantes. O evento conta ainda com o apoio do Edital Municipal Redes e Ruas e da Coordenação de Políticas para Imigrantes da Prefeitura de São Paulo.

Da poesia à performance, da música ao teatro, da fotografia à dança, o Território Artístico Imigrante é um momento de conexão criativa de artistas e grupos culturais com linguagens e propostas artísticas diferentes, que transformam e reinventam São Paulo, esse território imenso que é também território de artes e culturas imigrantes. Por isso o festival é uma iniciativa que procura ser representativa da diversidade das migrações recentes, mas é também um gesto de afirmação do direito imigrante à cidade.

Além da programação abaixo, durante os dois dias acontecerá também uma exposição de fotografias de imigrantes ou sobre imigração e serão exibidos vídeos do acervo do Visto Permanente.

Programação:

Sábado (11)

15h I Oficina de Tullmas (pompons andinos) com Equipe de Base Warmis

16h I Triptico (Colômbia)

17h. Oula Al-Saghir (Palestina)

18h I Yannick Delass (RD do Congo)

19h I Lakitas Sinchi Warmis (mulheres imigrantes de vários países)

19h30 I SayaAfro Bolivia (Bolívia)

20h30 I DJ Cecilia Yzarra (Perú)

Domingo (12)

15h I Oficina de Danças da Guiné com Aboubacar Sidibé (Guiné-Conacri)

16h I Projeto Raízes e Sarau das Américas

18h I Kollasuyo Maya (Bolívia)

19h I Pipo y Su Sabor (Chile/Argentina/Uruguai/Brasil)

20h I Batanga e cia (Cuba)

Território Artístico Imigrante (TAI)
Data e hora: 11 e 12 de fevereiro, das 15h às 22h
Local: Praça Cel. Fernando Prestes, Bom Retiro – São Paulo (SP)
Informações: evento no Facebook, tel +55 11 9 7583 5153 e e-mail acervovivo.sp@gmail.com
Entrada: gratuita


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